Os guerreiros se destacam nas batalhas pelos dois elementos que representam o envolvimento com a batalha e a vitória.

A cena de um rosto com o suor vertendo-se ou a imagem das feridas dos valentes soldados, leva-nos a mais elevada admiração.

O que é mais belo entre as duas imagens? O suor do trabalho árduo e contínuo ou o sangue rubro sagrado?

Nosso cotidiano massacrante extrai dos nossos rostos o suor do trabalho, da luta, da coragem, da força e da necessidade. Este suor é belo e tem valor imensurável aos olhos dos homens. É fantástico ver homens que desprendem-se de suas vidas para construir cidades, fornecer fontes de energia e cura para inúmeras mazelas antes incuráveis. É o belíssimo suor sagrado da realização.

Por outro lado, ficamos com a imagem do sangue. Sangue que representa a vida desde a antiguidade. Sangue que aponta paras os bens intangíveis da vida, como o abraço, a lágrima, o beijo, o perdão e o amor.

Meditemos sobre ambos e a importância de cultivá-los para que esses elementos cresçam em nós afim de que aprendamos a priorizar um em detrimento ao outro, mas ainda assim, construir uma vida abundante de ambos!


set/09


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