
Em uma época de enorme escassez de alimentos, houve uma oportunidade única para os filhos de Jacó, a oportunidade de viver no Egito onde havia grandes estoques de alimentos. Lá, eles cresceram e se multiplicaram, chegando a milhões de pessoas.
Com o passar do tempo, os egípcios passaram a cobrar deles trabalhos escravos e forçados e procuraram eliminar as futuras gerações devido ao temor de vê-los crescer e prosperar em suas próprias terras.
Essa escravidão durou mais de 400 anos, quando Deus levantou Moisés para salvá-los, retirando-os do Egito.
Assim somos nós, aceitamos viver em condições de escravidão porque nossa alma se submete ao sistema daqueles que nos oprimem. Não fisicamente, mas uma opressão que força-nos a se distanciar do nosso Deus e criador.
Viver simplesmente fazendo o que é certo é motivo de sermos encarados como intragáveis. Não por falar o que deve fazer, mas simplesmente por entender que o que é mal, não torna-se bom apenas porque a massa toda agora entende que sim.
Entender que o que é virtuoso é mais valioso do que o que é vantajoso, é encarado como estupidez e assim, tornamo-nos povo escravo, estranho aos costumes modernos, da mesma forma que os egípcios viam aos Hebreus.
Em Cristo, somos convidados não a fugir do sistema corrompido e que vende seus princípios por dinheiro, que muda o discurso pelo interesse, que abraça o pobre para conseguir votos e depois lava-se em torneiras de ouro.
Somos chamados para abrir mão das vantagens que esse sistema oferece e abraçar uma causa que, além de mais nobre é mais digna de admiração. O senhor Jesus te chama para uma nova vida longe dos conceitos humanos do egoísmo e falsidade moral. Te chama a olhar para o outro e reconhecer seu verdadeiro valor, sua verdadeira imagem que não se baseia no que ele tem, mas em quem ele é!
Vamos seguir ao nosso libertador. Ele está no controle da nossa jornada e nos guiará para um local onde a justiça e a verdade reinará e brilhará eternamente.
jan/11
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